A psicolofia do Juiz: O judiciário do século XXI

O livro "A psicolofia do Juiz: O judiciário do século XXI" foi escrito por Marques, Luiz Guilherme e tem 164 páginas para você aproveitar.

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"Durante muitos milênios" - desde que a Justiça iniciou seus primeiros ensaios - aos julgadores sempre se exigiram as qualidades do conhecimento das regras jurídicas a serem aplicadas aos casos concretos e a mais elevada valorização dos interesses coletivos, acima dos interesses individuais.

Houve muitos magistrados que deixaram marcas indeléveis do mais respeitável senso de Justiça, contribuindo para a evolução do senso moral das coletividades.

Todavia, com o advento da Psicologia como ramo importante da Ciência, muitos outros dados passaram a integrar o universo cultural dos aplicadores do Direito, que não podem mais, em sã consciência, pautar suas decisões considerando os seres humanos sob julgamento como produtos casuais de uma fatalidade puramente biológica e hereditária, mas sim individualidades em constante aperfeiçoamento e merecedoras de uma avaliação profunda visando sua maior qualificação moral e intelectual para o trabalho de reinserção social e não apenas sua análise para a aplicação de punições, que normalmente não as regeneram.

Quem julga deve imbuir-se desses conhecimentos para ter maiores chances de acertar, não se limitando a ser mero aplicador automático das leis e da jurisprudência.

A finalidade última do Direito e da Justiça é a Paz Social, em cuja situação os cidadãos vivam e interajam harmonicamente, como numa verdadeira colméia, onde cada qual desempenha seu papel cônscio da sua importância para a coletividade

Todavia, com o advento da Psicologia como ramo importante da Ciência, muitos outros dados passaram a integrar o universo cultural dos aplicadores do Direito, que não podem mais, em sã consciência, pautar suas decisões considerando os seres humanos sob julgamento como produtos casuais de uma fatalidade puramente biológica e hereditária, mas sim individualidades em constante aperfeiçoamento e merecedoras de uma avaliação profunda visando sua maior qualificação moral e intelectual para o trabalho de reinserção social e não apenas sua análise para a aplicação de punições, que normalmente não as regeneram

Quem julga deve imbuir-se desses conhecimentos para ter maiores chances de acertar, não se limitando a ser mero aplicador automático das leis e da jurisprudência

A finalidade última do Direito e da Justiça é a Paz Social, em cuja situação os cidadãos vivam e interajam harmonicamente, como numa verdadeira colméia, onde cada qual desempenha seu papel cônscio da sua importância para a coletividade

Tudo começa com a boa seleção dos candidatos, inclusive levando-se em conta o exame psicotécnico, que avalia a sua vocação

A sociedade cobra muito dos magistrados e prefere, cada vez mais, ter neles os conciliadores que conduzam à harmonização social os cidadãos pouco inclinados à interação idealista e útil.

Não se procuram mais os castigadores que inflijam castigos cruéis aos infratores, mas sim os educadores competentes, que os transformem em indivíduos propositada e conscientemente úteis

Luiz Guilherme Marques é juiz há mais de duas décadas e vem procurando entender as mudanças que o trabalho e o perfil dos magistrados vêm sofrendo nos últimos tempos, para chamar a atenção para a necessidade de investimentos maiores nessa nova face do Judiciário, que se avantaja a cada dia

Esta obra é importante para quem pretende ingressar na Magistratura e para quem já faz parte dessa meritória e essencial Instituição

Cláudio P. FreireEditorLetras Jurídicas Editora

Ficha Técnica do Livro

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TítuloA psicolofia do Juiz: O judiciário do século XXI
Autor(es)Marques, Luiz Guilherme
ISBN9788589917599
EditoraLetras Jurídicas
Quantidade de páginas164 páginas
Publicado em14 de Dezembro de 2019
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